Deixei poucas pessoas conhecerem a mulher que me habita. Uma mulher cheia de imperfeições e desordens interiores. Mesmo assim de peito aberto. Eu e os meus olhos atrevidos, a minha imensidão cheia de tudo e de nada. E uma fragilidade ingénua de quem só quer ser a protagonista de um sonho bom. E fico bem com isso.
Só. Simplesmente isso.






