sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ponto de saturação

Cheguei a um ponto de saturação em que se pudesse fugia. Fugia de tudo até encontrar um sitio onde pudesse respirar e conseguir entender quais os actos errados. Não estou bem. Demasiada ambição? Crença ilusória em relação às pessoas? Cansaço extremo?
Tenho dois dias para decidir o meu futuro… a confusão mental está ao rubro…simplesmente não sei o que fazer.
Tudo me escapa por entre os dedos. Aquilo que julguei realizar-me, as pessoas que julguei serem permanentes pilares na minha vida. Tudo se esvai.

As Decisões que nos mudam a vida, são muitas vezes as mais impulsivas.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

PONTES

"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar para atravessar o rio da vida - ninguém, exceto tu, só tu. Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Onde leva? Não perguntes, segue-o."
Friedrich W. Nietzsche
Estou contigo, como sempre estive, mesmo ausente, FORÇA...se precisares sabes onde estou...Não percas o VOO da VIDA.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Finally free...


"I won't suffer, be broken
Get tired, or wasted
Surrender to nothing
I'll give up what
I Started
And stop this
From end to beginning
A new day is calling
And I am finally free."


segunda-feira, 27 de julho de 2009

O meu Querer...

Até há pouco tempo atrás eu tinha dúvidas sobre o que era pior:
Não saber o que querer da vida;
Não saber lutar pelo que quero;
Ter medo de Lutar pelo que quero;
Ou simplesmente saber e optar por não Lutar;
Em termos genéricos; Ignorante, Incapaz, Covarde ou Desistente.
Em alguns momentos da minha vida fui ignorante. O momento em que defini os meus sonhos, metas os desejos. Ser ignorante é o estágio inicial da evolução pessoal. O pior é permanecer assim...
Depois precisei de descobrir como conseguir o que mais desejava, como batalhadora que sou, trabalho até chegar lá. Deixei de ser Incapaz.
Os obstáculos surgem. Mesmo sabendo o que quero eu temo, tenho medo. O medo domina-me. Deixo-me vencer pelo medo... isto é ser Covarde.
... mas eu apesar das contrariedades da vida fico sempre de pé, e luto então não sou covarde - aposto em mim mesma.
Se depois de tanto lutar desisto - isso é o pior. Uma vez que desistir não faz parte de minha natureza humana, mas se sei que nunca vou conseguir resigno-me. Sou desistente.
Pode ser muito bom ouvir os amigos a darem-me os parabéns, ver os inimigos terem inveja. Tudo isto é maravilhoso.
Mas o melhor gosto de todos é olhar-me ao espelho e dizer VENCI!!!

domingo, 26 de julho de 2009

DESAFIO

Parte 1
O que te choca
: a violência
O que te arrepia: uma brisa e certos pensamentos
O que te excita: hum… o calor do momento e a pessoa
O que te solta: fechar os olhos e deixar-me levar
O que te faz rir: tanta coisa, sou de riso fácil
O que te faz chorar: a dor, o sofrimento o medo
O que te causa náuseas: o cheiro da sardinha assada
O que te falta para seres feliz: encontrar alguém especial
O que te traz infelicidade: a constante sensação de incompletude
O que te magoa: ignorarem-me
O que desejas: estar completamente curada
O que receias: que volte a sofrer como já sofri
O que não queres perder: a minha família e o que sou
O que queres alcançar: a sensação de vida vivida e completa
Uma data que abominas: dia dos namorados
Uma festividade que adoras: nenhuma em particular
Uma qualidade que aprecie nas pessoas: a sinceridade
Uma característica que abomine nas pessoas: a falta de sinceridade, a falsidade
Uma mentira que tenha dito: não me lembro de nenhuma agora
Uma nostalgia: um pensamento, lembranças e memórias
Parte 2
Vida: um livro com alguns segredos
Amor: um acaso na vida
Casamento: primeiro passo para o divórcio
Família: um escudo e um porto de abrigo
Dinheiro: elemento necessário
Homem: o meu pai
Mulher: a minha avó materna
Desejo: nunca desistir de viver
Sucesso: sentir que sou motivo de orgulho
Profissão: hp multifunções
Saúde: imprescindível
Internet: janela para o mundo
Presente: volúvel
Passado: pretéritos saudosos, nostálgicos, marcantes ou simplesmente insignificantes
Futuro: um olhar em frente
Politica: fantochada de marionetas
Brasil: lembrança de alguém…
Sexo: medicamento da alma e do corpo
Arte: música
Felicidade: tenho dias de extrema felicidade e outros de extrema infelicidade como toda a gente.
Opinião sobre o desafio em questão: longo e faz rebuscar coisas em que nunca tinha pensado

Quem se sentir com vontade de o fazer está á vontade.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Em Baixo

“The tragedy of life is not that it ends so soon, but that we wait so long to begin it”
W.M.Lewis

Será que é possível estar tão em baixo que nem música consigo ouvir? A música que eu amo, que tanto faz parte da minha existência, há muito que não toco…A melancólica de umas põe-me mais em baixo… a alegria de outras incomoda-me. Estes dias têm sido terríveis, trabalho, trabalho, trabalho, só vejo pastas vermelhas à minha frente…
Sinto-me em desequilíbrio. Cada dia que passa tento convencer-me que tudo está bem, e o que pode não estar tão bem, vai estar. Não há-de demorar muito tempo a voltar ao devido lugar.
Já nem sei quem sou. Ando confusa…Olho à minha volta e reparo que há muito que me limito a olhar em volta, há muito que olho e não vejo grande coisa. Há muito que não olho para dentro. Já não me reconheço. Já confundo o que me deixa triste com o que supostamente deveria fazer-me sentir feliz.
Onde está a alegria que eu tinha??? Fugiu desapareceu…perco a alegria por um qualquer poro invisível. E tão depressa estou leve e colorida, como passado um tempo estou triste…
Estou num momento crucial da minha vida, mas tenho medo de não ser suficientemente forte e inteligente para fazer as escolhas certas e assumir as consequências. Quero voltar a acreditar em mim, que sou capaz. Preciso de ganhar a confiança que perdi. Só assim a alegria se manterá por perto, só assim serei resistente ao que me impede de ser eu mesma.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Feridas

«Dizem que o tempo sara todas as feridas. Talvez seja verdade. Mas há feridas que parecem não sarar. Sangram, vertem pus, voltam a sangrar, surpreendem-nos a magoar a alma quando esta já deveria estar habituada e imune a tanta dor. É certo que, às vezes, essas feridas acalmam, como as marés que recolhem a água e recuam para o mar alto; mas, tal como as marés, regressam depois, revigoradas, pujantes, invadindo de novo a praia e fazendo sentir o fulgor da sua presença, o ímpeto do seu regresso».

José Rodrigues dos Santos in "A Ilha das Trevas”

domingo, 19 de julho de 2009

Fotografias

“Dizem que as fotografias não mentem, mas essa é a maior mentira que já ouvi.”
E foi assim, abrindo a gaveta à procura de qualquer outra coisa, que, sem aviso, me escorregou para as mãos uma fotografia tua tirada durante aqueles quatro dias. Fiquei a olhar-te longamente, longa, longa, longamente. E longamente me fui dando conta de que tudo aquilo acontecera mesmo: eu não sonhara, durante vinte anos. Nisso, quando guardam para sempre um instante que nunca se repetirá, as fotografias não mentem. Porém, a mentira consiste em pensar que esse instante é eterno, que dois amantes felizes e abraçados numa fotografia ficaram para sempre felizes e abraçados. É isso que não gosto de olhar para fotografias antigas: se alguma coisa elas reflectem, não é a felicidade, mas sim a traição – quanto mais não seja, a traição do tempo, a traição daquele mesmo instante em que ali ficámos aprisionados no tempo. Suspensos e felizes, como se a felicidade se pudesse suspender carregando no botão “pausa” no filme da vida”
Miguel Sousa Tavares – No teu deserto pag. 15


Nunca coloco fotografias em álbuns, não as catalogo, tenho muito poucas fotografias… as fotografias que tenho são as nossas … Quando morreste fui pela ultima vez ao teu apartamento tirei-as do álbum onde as tinhas e metias numa caixa. Do apartamento vieram para aqui… não voltei abrir a caixa esta na estante apenas mexo na caixa para limpar o pó. E já passaram cinco anos. Concordo com este trecho deste livro, as fotografias podem guardar instantes mágicos de extrema felicidade, mas também reflectem a traição…quem disse que aqueles instantes que vivemos eram eternos. Passado é passado e as fotografias são o passado e como tal tem de ficar no passado…

sábado, 18 de julho de 2009

Some days...

Uns dias temos a coragem de pisar o risco e noutros ficamos quietinhos (invisiveis) no nosso canto ansiosos para que ninguém note a nossa presença qual gato escondido com o rabo de fora.
No fundo, vai e volta a vontade consoante o seu querer.
Sem ordem para voltar, sem data para partir...

Some days
I can think clear
and some days
I wont.
Sometimes I can feel it
and suddenly its gone...
Some days I am strong
and some days my skins broken and thin...

Then it comes and it goes.
And I have no control.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Em PAZ

Andei à busca da Paz
Os dias passavam e
Via-a sempre no horizonte,
E por mais que seguisse em sua direcção,
Não conseguia alcançá-la.
Mas hoje descobri
Que num horizonte dentro de mim
Está o caminho mais curto.
Encontrando a minha paz.

Às vezes precisamos de a encontrar dentro de nós,
Para podermos seguir a nossa jornada...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Às vezes o Medo...

Ás vezes o medo assusta-nos.
E, porque estamos apertados numa fórmula peregrina de vida, sujamos a roupa interior.
Por vezes o medo emagrece-nos. Tira-nos centímetros numa altura conquistada.
E, também aí, perdemos cor. Sobretudo no olhar.
Às vezes o medo cola-se-nos à pele. Astuto, negro, devastador. A pele, que de galinha se torna, não o rejeita, é medricas.
Às vezes o medo esmurra-nos. Viola-nos, massacra-nos, discrimina-nos. E veste uma camisola de angorá, numa hipócrita pincelada.
Nas vezes em que o medo é mentira, há que ter ainda mais medo.
Tenho medo, muito medo.
E isso assusta-me.

terça-feira, 14 de julho de 2009

I know you

I know you
I walked with you once upon a dream.
I know you
The gleam in your eyes is so familiar a gleam..
Yes, I know it's true
that visions are seldom all they seem.
But if I know you, I know what you'll do
You'll love me at once
the way you did once upon a dream.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Com o passar do tempo...

Com o Passar do tempo esquecemos que deixar a toalha húmida em cima da cama deixa húmido o lençol, mas que importa o bom foi tomar aquele banho demorado, quente depois de um dia cansativo.
Com o passar do tempo deixamos a janela da vida aberta, e a porta essa fica encostada, e é por ai que entram novas ideias e saem alguns vícios, o que é preciso é tirar o mofo da vida…esquecemos as chaves no bolso e deixamos de trancar o riso.
Com o passar do tempo ate esquecemos o próprio nome e passamos a chamar-nos, Andorinha, Flyer, Sapo.
Com o passar do tempo esquecemos de como é que se fuma de como é que se bebe e respiramos fundo com a cabeça fresca e o corpo pronto para o que der e vier.
Com o passar do tempo e depois de tanto sermos magoados por alguém estamos sempre à espera que haja alguém que nos magoe mais…
Com o passar do tempo esquecemos que crescemos e constatamos que o tempo que passou não faz assim tanta diferença, e que estamos sempre a tempo de esquecer muita coisa para nos lembrarmos do que realmente importa.
Com o passar do tempo é que nos lembramos de nós mesmos e quando nos lembramos nunca mais esquecemos.

sábado, 11 de julho de 2009

Peço-Te que sejas o presente

Chamo-Te porque tudo está ainda no princípio
E suportar é o tempo mais comprido.

Peço-Te que venhas e me dês a liberdade,
Que um só dos teus olhares me purifique e acabe.

Há muitas coisas que eu quero ver.

Peço-Te que sejas o presente.
Peço-Te que inundes tudo.
E que o teu reino antes do tempo venha.
E se derrame sobre a Terra
Em primavera feroz pricipitado.

(Sophia de Mello Breyner Andresen)

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Porque chora em mim...

Depressa a asa se desmembra,
Percorrido o braço
O osso dissimula-se nas penas.

Sangra num silêncio longínquo
O branco onde se desenha a queda
(todavia ascendente)...

Com os olhos toldados
Pela consciência empobrecida

Regresso ao silêncio onde as cores
Ainda têm voz porque a formulam
Em espelhos imortais.

A epopeia cresce no ritmo da palavra
Da árvore que nasce na sombra para
Acompanhar o movimento que o orvalho
Dos olhos deixa no caminho percorrido,
sinuoso e breve.

Porque Chora em mim
Uma Criança Triste...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Love can be…..?

Love can be a many splendored thing
Can't deny the joy it brings
A dozen roses, diamond rings
Dreams for sale and fairy tales
It'll make you hear a symphony
And you just want the world to see
But like a drug that makes you blind,
It'll fool ya every time

The trouble with love is
It can tear you up inside
Make your heart believe a lie
It's stronger than your pride
The trouble with love is
It doesn't care how fast you fall
And you can't refuse the call
See, you got no say at all.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Masoquismo

Quantas vezes não nos colocamos a jeito para apanhar umas ”sovazinhas”? Quantas vezes sentimos que estamos a entrar de cabeça em situações difíceis, complicadas que podem provocar sofrimento mas vamos à mesma? Quantas vezes sabemos que estamos numa situação de sofrimento e mesmo assim continuamos. Perguntava-me uma amiga na sexta feira passada “diz-me porque é que eu não acabo com esta situação eu não preciso dele para nada, sou feliz sem ele e porque continuo.” – minha respostas “Masoquismo”. Continuo ela – queria ser como tu, quando acabou, acabou nada fazes… eu – " não gosto de andar atrás da pessoa se ela gostar realmente de mim ela volta." Estou a sofrer neste momento devido a uma situação, a uma pessoa... mas como nao sei o que fazer estou passiva...Permaneço como que num estado de stand-by em que nem há progresso nem regressão. Deixo-me estar intacta com medo que um passo em falso possa complicar ainda mais. Era um jogo... mas por trás do jogo há algo mais...
O propósito de vida não é sermos felizes?! Então há aqui qualquer coisa no mínimo disfuncional! Se sabemos que aquela situação ou pessoa só nos faz sofrer e mesmo assim continuamos, então, o que se passa? Às vezes achamos que aquela situação aquela pessoa contem a nossa felicidade, a nossa felicidade está ali, vá-se lá saber porquê! A mente humana é um mistério mesmo, mas quando se volta contra nós próprios é perigosíssima!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Dreamers...

Uma vida cheia de sonhos é a sapiência suprema…quanto mais acreditamos mais percebemos e mais verdades procuramos…Nós podemos fazer a nossa verdade… o nosso futuro, temos de ser criativos, uma mente criativa faz a verdade dos sonhos e as chances de eles se realizarem. É assim sonhamos pouco…então teremos pouco, porque os sonhos nem sempre ultrapassam as expectativas muito pelo contrário….eles dependem dela para sobreviver. Como eu customo dizer “Vale mais cair das nuvens do que do 3º. Andar”.
Um sonhador tem de acreditar, acreditar em si mesmo, acreditar que pode realizar todos os seus sonhos…


“Whatever happened to the dreamers that always look beyond the sky
Saw a world they could believe in but only when they close their eyes”

Never Stop Dreaming…

sábado, 4 de julho de 2009

Nos Trilhos

Será que trilhamos os caminhos certos?
Será que aquele que escolhemos cada hora, cada dia é o nosso caminho?
Será???
Será???
Não sei...
"Só sei que nada sei" Quem disse???
Mas eu digo, "Só não receio o erro porque estou pronta a corrigi-lo"
Por isso, as nossas trajectórias de vida a todo o momento podem sofrer mudanças de "agulha" ou simplesmente continuar nos carris sem desquilibrios...
Mas para isso é necessário colocar o combóio em andamento....

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O FIM da Margarida

Tinha os olhos cheios de lágrimas, aproximava-se de mim e eu ali parada não queria ouvir o que ela me ia dizer ela estava a chorar, “Olá”, “Tenho pensado tanto em ti”, e eu nada dizia não sai uma palavra, “Já sabes”, eu “Não mas imagino”. Abraçou-me…. Tudo tem um fim…e a vida tem fim… o fim da Margarida chegou, a bactéria destrui-lhe todo o organismo. Aquela mãe... deve ter sido duro ter de obrigar a filha a lutar pela vida... foi duro sim, está-lhe gravado no rosto. Foi uma luta em vão…talvez não… As lágrimas corriam pelo rosto, disse-me que foi a minha força que a ajudou a superar estes meses de luta. A Margarida era apática não regia para ela tudo estava bem, dizia que lutava para quê ia morrer na mesma, conformou-se, aquela mãe sempre com ela…Disse-me que eu estava viva pela força interior que tenho aquela força que diz NÃO QUERO MORRER, TENHO TANTA COISA PARA FAZER QUE AINDA NÃO FIZ… Esta mulher é fantástica perdeu uma filha e estava ali como voluntária a dar força a quem precisa, é preciso ter coragem e muita força interior.
Por vezes precisamos de descer ao mais profundo de nós – ao fundo do poço - para percebermos o valor da vida… Agora eu sei qual é o valor da vida…tem muitooooooo valor incalculável…
Hoje esta mulher fez me ver que tenho de continuar na luta que não devo desistir… a vida é só uma.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Há Sonho...

Creio que aqueles que mais entendem de felicidade são
as borboletas e as bolhas de sabão...
Ver girar essas pequenas almas leves, loucas, graciosas e que se movem é o que, de mim, arrancam lágrimas e canções.
Eu só poderia acreditar em um Deus que soubesse dançar.
E quando vi meu demónio, pareceu-me sério, grave, profundo, solene.
Era o espírito da gravidade, ele é que faz cair todas as coisas.
Não é com ira, mas com riso que se mata. Coragem!
Vamos matar o espírito da gravidade!
Eu aprendi a andar.
Desde então, passei por mim a correr.
Eu aprendi a voar.
Desde então, não quero que me empurrem
para mudar de lugar.
Agora sou leve, agora voo, agora vejo por baixo de mim mesmo,
agora um Deus dança em mim!
(Nietszche)

Há sonho
Existe voar
Há vida
Existe iludir-se
Há desejo
Existe atrever-se