Estar doente…sentir-se doente…é terrível…dores…febre…vómitos…aquela
sensação de não conseguir urinar…se calhar tenho a próstata e ainda nenhum
médico deu conta…medo…hoje não está fácil…dia difícil.!!!
"A vida é breve. Viaja devagar. Engana o tempo que passa. Adia o momento da chegada."
Estar doente…sentir-se doente…é terrível…dores…febre…vómitos…aquela
sensação de não conseguir urinar…se calhar tenho a próstata e ainda nenhum
médico deu conta…medo…hoje não está fácil…dia difícil.!!!
Sem uma única palavra...um gesto...um olhar...
Tenho em mim a sensação que me arrasta, que me envolve, que
me domina!
A luta interior do sonho e da realidade!
A fome de sentir e o desejo do ter...
Mas …. Distante, de um sorriso teu, da tua voz num mimo
disfarçado...
A leitura recíproca das mentes que brilham!
A cumplicidade e a química mental!
E mesmo distante …sinto ou sonho… todo o tempo do mundo...
Terei sempre todo o tempo do mundo de Alma cheia …
Porque distante, diz tanto !!
Vai fazer dois anos que eu digo que me doi o rim esquerdo,
que tenho vómitos que tenho febre… e assim continuo…agora muito pior, deixou de
haver crises para ser algo corrente, diário.
Hoje levantei-me fui dar uma volta muito soft de bike…a meio
da tarde as dores…os vómitos…a febre. Cá estou a tentar combater as dores a
febre…passei a tomar banho de água gelada para controlar a temperatura do corpo.
Se isto é viver…é sobreviver.
Às vezes, só precisamos de alguém que nos leve… mesmo que os
nossos pés saibam que não é essa a estrada. Mas vamos. Vamos porque o coração
está cansado de esperar, e os sonhos, por vezes, morrem devagar. A vida tem
esse jeito cruel de nos mostrar que nem tudo o que se deseja é alcançável — e
que há batalhas que se perdem mesmo antes de começarem. Podes dar tudo, podes
rasgar-te por dentro, gritar em silêncio… e ainda assim, não chega. Porque há
coisas que simplesmente não dependem de ti.
O mau disto tudo é…o meu rim esquerdo, sei que ele está vivo,
ele faz-se sentir, as dores cá moram…e quando me dá a vontade de urinar as dores
são de mais é uma sensação estranha, fico com a perna presa…tenho de beber muito
poucos líquidos…para ir muito de vez em quando à casa de banho e aguentar bem
as dores. Sei que isto não vai passar…sei apenas que tenho de aguentar…aguentar!!!
Cansa-me esperar sempre o melhor e ver tão pouco a
acontecer…
Cansa-me este vaivém frio, esta dança sem alma, esta
sobrevivência disfarçada de existência.
Eu não quero apenas respirar — quero viver!
Quero sentir-me viva, desejada, amada com fúria e verdade.
Mas a vida… a vida não pergunta o que eu quero.
Dá-me o que quer, atira-me ao vento — e eu continuo a dar o
melhor de mim, mesmo quando o retorno é vazio.
Mesmo cansada, não desisto.
Sigo, teimosa, com o coração em brasa e os sonhos acesos.
Porque um dia, a vida muda — e nesse dia, eu estarei aqui.
De pé. Intensa. Pronta.
Sejam felizes, mesmo que custe.
Tenho saudades do que fui. Da versão de mim que ainda não sabia certas verdades. Que acreditava que os “para sempre” duravam.
Saudade de quem já não tenho. De quem me deixou cedo de
mais, antes de eu saber despedir-me como deve ser. Aquela burrice de não
perceber que era o fim, não o fim da relação, mas o fim da tua vida…”quando um
dia olhares para o céu vês o sol a brilhar e vais-te lembrar de mim, de nós de
tudo o que vivemos juntos, de todas as loucuras que fizemos e vais sorrir,
porque eu quero que seja assim.!!
Há saudades que moram no corpo. Que se instalam no peito e
pesam. Que aparecem quando tudo está em silêncio, ou quando a vida grita alto
demais. Saudade do tempo com tempo. Do tempo em íamos correr para o Fontelo,
onde jogávamos à bola…íamos para o apartamento com um cansaço e um brilho nos
olhos…gostava de viver ali contigo, naquela cidade…
Porque amar é isso — deixar saudades até quando já não
estamos.
A solidão que mais pesa não é a de estar só.
É a de estar e não ser. É estar à mesa com vozes e
gargalhadas e sentir que falas uma língua que ninguém percebe. É andar pelas
rotinas do dia com passos inteiros e sentir que, por dentro, estás aos bocados.
Não tem som, nem lágrima, nem palco. É uma presença
invisível que se senta ao teu lado e te acompanha como se fosse parte do teu
corpo. Sabes que está lá porque o peito te fica mais apertado à noite. Porque o
café arrefece nas tuas mãos sem dares por isso.
Porque deixas de escolher músicas e começas só a deixá-las
tocar.
É um buraco onde nada encaixa. Nem os abraços certos, nem os
telefonemas longos, nem as mensagens que dizem “tenho saudades”. É a certeza de
que, mesmo que alguém venha, não vai saber onde te encontrar.
A solidão é esse intervalo entre o que mostras e o que és.
Esse espaço vazio onde ninguém pousa. Onde até tu tens medo de entrar.
Não te afasta das pessoas.
Afasta-te de ti.
E quando dás por isso, já te esqueceste do caminho de volta
E de tempos em tempos...habitas na minha mente,
sabes bem que nada se esquece, nada se apaga, só porque queres!
És parte da inspiração que me embala...dos meus rabiscos, dos meus sorrisos,
da minha falta de sono e até dos meus excessos nos sonhos.
E eu gosto de gostar de ti... assim! Pintinhas!!!
Já ouvi conselhos em vão
Já vi beijos sem usar lábios
E toque sem usar a mão.
E desta observância calma
Um verso eu deixo de lição
"Feliz é quem toca com a alma e vê com o coração".
_Gabriel Castro
Sem pensar, sem querer lembrar, sem querer sentir...
Mas sinto, mas dói, porque lembro e penso... que quero que seja meu!
Há dias em que a força que me levanta não é bonita. Não é
feita de discursos inspiradores nem de luzes de palco. É uma força feia,
cansada, desalinhada. Uma força que nasce da raiva, da tristeza, da vontade
absurda de simplesmente deixar cair os braços e ficar ali, rendida. Os últimos dias
tem sido terríveis, as dores a infeção urinário que espero que passe, estou
cansada de médicos, de não ter soluções…fico quieta no meu canto e espero que
tudo passe…no fundo eu sei que não passa assim…que preciso de ajuda médica…mas
preciso estar quieta no meu canto, à espera que passe, algo que sei que não
passa sem ajuda medica um contrassenso é a vida.
Complicado quando se vive em conflito com nós mesmos e ter
que suportar um campo minado dentro do peito...
Finalmente e depois de tanto comprimido posso dizer que o
meu rim esquerdo aliviou não tenho tanta dor…e a febre desapareceu. Continuou
cheia de medo…naquela angústia que tudo volte …não consigo lidar com isto…eu tento,
mas está difícil…queria que algum médico me dissesse o que realmente se está a
passar…que tudo vai ficar bem…mas não tenho nada de nada. Apoio médico igual a
zero…tenho um urologista que não sei…é chanfrado, o médico de família não sei
se me poderá ajudar…só sei que nada sei, vejo tudo a piorar e zero ajuda.
O que sinto?
Cansaço, vazio, tristeza e, acima de tudo, descrença.
O que sei?
Neste momento, pouco ou nada.
Hoje foi dia de ficar sossegada em casa, o medo de chegar
aos 40º. De febre os vómitos. Se calhar estou com infeção no rim esquerdo por
causa do elevado exercício que fiz.
Já percebi a febre começa a subir conforme me mexo…as dores
a mesma coisa…quanto mais ando mais me mexo ela sobe se ficar sossegada a
temperatura não passa dos 38º., ontem cheguei aos 39,50º, confesso não estive
parada, a fazer cenas de casa apenas. Só recorro ao médico se chegar aos 40º. E não suportar as dores, vou tomando
bascopan de 8h em 8h, 3 ao dia e benuron para baixar a febre, já lá vão 3 dias…isto
é viver em sofrimento…não é viver é sobreviver.
Hoje é daqueles dias que me apete andar por aí a ganir com tanta dor…o rim esquerdo voltou a dar de si…dores, febre…os quistos grandes, que só foram diagnosticados à quinta ecografia. E eu dizia doi-me o rim esquerdo, a medica que fazia as ecografias dizia quando muito devia doer-lhe o rim direito…o urologista chanfrado dizia “isso é da coluna vá ao seu médico de família” o médico de família “dizia isso é do rim, não é nada da coluna.” À quinta ecografia a medica que estava a fazer a ecografia, sempre a mesma “O que se passa com o rim esquerdo???, quistos grandes, tem de ir ao urologista tem consulta marcada.” O chanfrado do Urologista, “tinha de lhe doer o rim esquerdo, tem de ir fazer um tac e uma ressonância” o que me apeteceu? dar dois bofardos nas bochechas do médico e vir-me embora. Mas contive-me. Hoje a ganir com dores penso "devia ter dado dois bofardos nas bochechas do médico, continuava com dores mas estava satisfeita. "
Há dias em que me sinto bonita. Leve. Boa onda. Há dias em
que me sinto a última bolacha do pacote, bem amassadinha, esquecida, ali quase
a "roçar" o fim da validade.
Há dias de muito sol, há dias de tempestade que tento me
desviar mas caio estatelada na poça da água. E eu rio. Porque eu gosto muito
dos dias de sol e sei que não há dois dias iguais.
Há dias que o medo me atrapalha. Desassossega-me.
Abalroa-me. Encosta-me naquele cantinho como se estivesse a passar um furacão e
eu estou ali a tentar segurar-me ao virar da esquina.
Há dias em que me apetece só chorar e as lágrimas nem caiem.
Outros em que é difícil segura-las e elas desabam qual rio douro a
transbordar. Há dias, muitos, em que me doem as queixadas de tanto
rir, caramba como é bom.
Mas há dias em que me sinto empoderada. Com uma sorte do
caneco. Com a vibe no máximo a achar que consigo partir isto tudo e rodar a
baiana enquanto bebo o meu tinto maduro em copo de pé alto sem deitar fora.
A vida às vezes parece estar do lado certo, outras vezes bem
virada do avesso. Vai na volta, e eu nem sei qual é o meu lado
certo... mas é só a vida a acontecer.
Para entender um coração, primeiro é preciso ter um… Mas
será que todos sabem escutar o que o coração sussurra na escuridão?
O coração é um solo fértil, onde desejos e medos se entrelaçam. Tudo o que lá
se planta cria raízes—seja paixão ou tormento.
O que tens cultivado no teu?