No céu não se para" o chinês zeng wen, de 42 anos, habitante da cidade Zhuzhou, na província de Hunan, descobriu que a melhor maneira de se livrar dos engarrafamentos seria deslocar-se em parapente.Investiu 7.500€ em equipamento e agora demora um minuto de casa ao trabalho, quando antes, de automovel, gastava 10m. Tem uma explicação óbvia: "No céu não se para"
"A vida é breve. Viaja devagar. Engana o tempo que passa. Adia o momento da chegada."
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Diz-me Sim
Uma amiga de Gestão partilhou esta música no facebook, bem adorei. Mais uma para a guitarra tocar…ela que se prepare…Gostei.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Agir
domingo, 25 de novembro de 2012
As heroínas
A Lista da nossa mãe. Esta história verídica de uma mãe que
ao saber que não sobreviveria a um cancro, resolveu escrever uma lista onde
registou tudo o que gostaria que o marido, fizesse depois da sua morte para que
os filhos tivessem uma vida feliz. Esta lista tornou-se um porto seguro para o
marido onde encontrou força e inspiração para enfrentar o futuro. Esta mulher
foi uma heroína, no fim dos seus dias encontrou força e coragem para escrever a
lista.
Tive a oportunidade de conhecer duas heroínas que elas também no fim dos
seus dias tomaram atitudes para deixarem os filhos num porto seguro. Uma delas
descobriu que tinha um tumor no cérebro, e as possibilidades de sobrevivência eram
mínimas, pensou que fazer. Pois divorciou-se, fez a partilha por divórcio, fez
um testamento em que os bens seriam administrados pelos seus pais até o filho
fazer dezoito anos. O filho ficaria a cargo do pai.
Uma outra, descobriu que tinha cancro nos intestinos, incurável.
Tinha três filhos dois dos quais menores com, 6 e 9 anos. Tinha-se divorciado
do marido há 5 anos, porque o marido era um putanheiro. Resolveu aceitar o
marido de volta, voltar a viver com ela e os três filhos, o objectivo era
quando ela partisse os filhos tivessem uma melhor convivência com o pai, uma
vez que depois do divórcio a convivência entre pai e filhos era mínima. Ela
morreu e o seu objectivo foi cumprido…muitas pessoas a questionaram Porquê???
Porque o aceitaste de volta?? Depois da sua morte souberam a resposta .Estas
são heroínas do dia a dia…
Quanto a mim…não sei quanto tempo me resta, quem
sabe??? Viver na ignorância e muito bom…e eu gosto de viver esta parte da minha
vida na ignorância. Mas não estou parada tenho tentado deixar o mínimo de
burocracias para os meus pais. Cancelei contractos com operadoras, as contas bancarias estão de uma
forma simples para eles movimentarem e ainda há uma que se destina ao meu
funeral. Mais um seguro de vida que ira
para eles e a poupança reforma. Tudo será para eles. Tudo está simplificado
sábado, 24 de novembro de 2012
Boas intenções
Em tempos de crise temos de ser solidários, uns para com os
outros. Eles os grandes querem-nos chupar até ao tutano, não fica nada. Eles
andam aí, as brigadas os radares. Ontem estava uma brigada logo à primeira
retunda da cidade e na estrada nacional 231 um radar. Não se sabe quem mas
provavelmente gente muito bem intencionada e que sabe que vivemos em crise,
colocou um placar enorme na estrada nacional 231 com a seguinte mensagem “ATENÇÃO
RADAR A 500METROS” Por aqui se vê a solidariedade não só para com as populações
cá residentes como também pelos poucos turistas que se dirigem à Serra da Estrela.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Bancária
Os meus melhores anos de faculdade foram sem dúvida os de
gestão. O companheirismo, a alegria, as festas e a praia. Ao fim de três anos
chegava-se ao bacharelato, e ai tínhamos que fazer estágio, os três meses ditos
de Verão finais de Junho, Julho, Agosto e princípios de Setembro. Eu fui fazer estágio num Banco para a Marinha
Grande, mais concretamente na freguesia de Vieira de Leiria. PRAIA. Uma amiga de faculdade tinha um
apartamento mesmo junto á praia e onde é que era o Estágio? Pois, Pois…Foi o
ano em que mais praia fiz…inesquecível.
Nunca gostei de gestão e trabalhar num Banco, embora para
muitos fosse algo muito aprazível para mim era detestável. Estar sempre bem
vestida, nada de calças de ganga, tudo pipi nunca foi o meu género. Mas passado
estes anos todos, acho que perdi uma grande oportunidade. É que eu vejo os que
trabalham nos bancos sem fazerem népia passam o tempo nos cafés. Saiu do
tribunal, lá estão eles à porta do Residencial a fumar, vou à camara e eles lá
continuam ou então estão a tomar altos pequenos almoços com os clientes. Ganham
bem fazem pouco. Eu queria um emprego assim, tive a oportunidade e porque achava
e continuo achar que os bancários são seres muito pouco trabalhadores e não primam muito
pela inteligência, deitei tudo a perder. Ficaram as boas lembranças da praia,
as noites as músicas a guitarra e os melhores amigos.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
E uma ave Voa
...e uma ave voa a cada beijo teu...e eu não sei quem te perdeu...
Assim que vi esta foto, no facebook de um amigo lembrei-me logo desta frase... e aqui fica.
domingo, 18 de novembro de 2012
Amanhã Talvez
Eu – Também achas que estou muito doente???
Ele – Ao olhar para ti para o teu rosto, o que surge é o pesadelo do passado. Estás pálida, muito pálida, tens umas olheiras enormes, fundas é preocupante.
Eu – Todas as pessoas conhecidas me dizem isso.
Ele –Torna-se mais preocupante, ao saber que desistes-te .Os relatórios finais dos cinco anos, deitaste-os fora, nem quiseste saber o diagnóstico.
Eu – cansei-me, a luta foi dura muito dura…na vida cansamo-nos de tanta coisa, e olha eu cansei-me de lutar por ela. No fundo quero uns minutos de paz e sossego. Não quero pensar, não quero sofrer, não quero diagnósticos. Não quero.!! Sei que quando estiver novamente disponível para a luta pode ser tarde. Corro esse grande risco. Mas tudo tem um fim até a própria vida. Não estava à espera do que os que gostam de mim aceitassem a minha decisão. Dai os últimos dias serem difíceis, com questões e mais questões. E eu só quero paz, andar de Bike, ler um bom livro, tocar a minha guitarra, voar. As coisas que me deixam feliz.
Ele – no fundo eu entendo-te, quem é que aguentaria tanto. Mas entender, não é aceitar.
Ele – Ao olhar para ti para o teu rosto, o que surge é o pesadelo do passado. Estás pálida, muito pálida, tens umas olheiras enormes, fundas é preocupante.
Eu – Todas as pessoas conhecidas me dizem isso.
Ele –Torna-se mais preocupante, ao saber que desistes-te .Os relatórios finais dos cinco anos, deitaste-os fora, nem quiseste saber o diagnóstico.
Eu – cansei-me, a luta foi dura muito dura…na vida cansamo-nos de tanta coisa, e olha eu cansei-me de lutar por ela. No fundo quero uns minutos de paz e sossego. Não quero pensar, não quero sofrer, não quero diagnósticos. Não quero.!! Sei que quando estiver novamente disponível para a luta pode ser tarde. Corro esse grande risco. Mas tudo tem um fim até a própria vida. Não estava à espera do que os que gostam de mim aceitassem a minha decisão. Dai os últimos dias serem difíceis, com questões e mais questões. E eu só quero paz, andar de Bike, ler um bom livro, tocar a minha guitarra, voar. As coisas que me deixam feliz.
Ele – no fundo eu entendo-te, quem é que aguentaria tanto. Mas entender, não é aceitar.
sábado, 17 de novembro de 2012
Dos Dias
Depois de uma grande molha, de muita lama...granda volta de Bike. Decidi arrumar a cultura, arrumar os muitos livros que tenho no quarto. livros de Direito, Financeiros, livros de viagens...Livros que agoram ficaram arrumados numa linda estante. "Quem quer procura a cultura encontra sempre!". Depois, depois vem esta música para a guitarra. Um dia totalmente bem aptoveitadinho.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Das Duas, Uma
Andei somente dois anos no liceu aqui da cidadezeca, fiz o
11º. e 12º. Ano. Fui tão inesquecível que passados tantos anos, ainda todos os
professores me conhecem, todos se lembram de mim. O marido da minha chefa, que
é professor numa das melhores universidades deste pais e a mais velhinha, diz
das duas, uma ou eras uma terrorista, ou
eras a melhor aluna. Porque só nesses dois casos é que os alunos se tornam inesquecíveis.
Pois, pois qual delas será??? Ficou a questão no ar.quinta-feira, 15 de novembro de 2012
A PT
A Pt esta grande empresa nacional, mas tudo que é grande tem
o seu senão. Ora vejamos há um mês atrás numa conversa com os meus pais houve a
decisão de cancelar todos os serviços da PT que havia lá em casa. O prazo de fidelização
já há muito que tinha passado e devido a isso , para se cancelar os contractos
teria que apenas enviar uma carta. O qual foi feito….aí começou a loucura, o
meu telemóvel não parava de tocar, aquelas questões parvas “Porque quer
cancelar o serviço, nós fazemos um novo contrato menos dispendioso” . Deixei de
atender nº.s privados. Aguardei a informação do cancelamento dos contractos….nada
e já passavam 15 dias. Toda a gente me dizia
pensa que é assim ainda vai pagar uns bons meses até que cancelem, acontece a
toda a gente. Liguei e disse só pago este mês que está em vigor, não
pagarei mais nenhum, vocês até podem cobrar mas eu não pago. Vai para execução
deixe ir eu vou contrapor-me à mesma com a documentação que tenho vou ganhar e
ainda vou pedir uma indeminização por danos morais. Bem a minha chamava foi
logo enviada para os serviços jurídicos o qual me disseram que estavam os contractos
cancelados. Mas como diz a minha chefa isto foi comigo porque me opôs mas muita
gente anda a ser levada a pagar meses e meses até cancelarem os serviços. E é o
que aconteceu ao meu colega, cancelou o serviço, mas não foi cancelado,
continuaram a mandar facturas, que por mudança de casa nunca foram entregues…e
agora descobriu que tem um processo executivo em cima. Aí PT, PT agora sabemos
porque és grande.!!!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
Virei Madre Teresa de Calcutá
Tem problemas fiscais, recebeu uma carta do fisco, está a dar em doido...contacte a minha filha ela ajuda. Ela sabe muito disso. Arranja solução para tudo. Pois agora virei Madre Teresa de Calcutá, prestações de serviços juridicos a custo zero, ajudo o próximo e não ganho nada esta minha mãe. Chega ao ponto de me fazer marcações para as pessoas virem ter comigo a casa. Ok quando morrer e se o céu existir mesmo eu vou para lá. loooooolllll
sábado, 10 de novembro de 2012
Em cada música uma história
Em cada música uma história. Hoje calhou no treino ouvir esta música. Ao que eu me ri, lembrei-me de Praga, Checoslováquia agora denominada republica Checa, 27 de Agosto de 1998. Eu e a malta da altura a cantar e a tocar esta musica numa das pontes que atravessam a cidade, em baixo o Rio Vltava. O curso sinuoso do rio através da cidade, cheia de belas e antigas pontes. LINDOOOO
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Desta tristeza profunda
Disseram que hoje eu estou triste. A verdade é que eu sempre
estou triste. Há uma sensação que me acompanha já faz algum tempo. Estou a
trabalhar insanamente e cheguei ao ponto
em que está quase a ser impossível dar conta de tudo. É um processo calculado:
quando mais eu trabalhar, mais consigo achar malucos iguais a mim. Preciso manter a cabeça ocupada para que os
gritos do coração não me enlouqueçam. Pra que que eu chegue à noite e ao
deitar-me na minha cama para dormir desmaie antes de me dar conta de que estou
sozinha.
Queria que esta dor passasse, mas considerando que
sistematicamente afastei de mim as pessoas que poderiam me dar colo e que
nenhuma surra tem dado resultado, não me sobraram muitas alternativas. O fato é
que o mundo não vai parar só porque eu estou triste.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
A Lista da Nossa Mãe
Esta foi a minha nova aquisição, um livro que irei ler, reler. Tirar lições de vida. E guardarei com muito carinho.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Cincunstâncias do dia a dia, parte 2
Já dizia o seu P.R. que quem tem muitas ideias é um perfeito
idiota. Concordo, e quando os factos são dados como assentes, não vale a pena
ter ideias. Fazem-se redundâncias, anda-se às voltas e no fim conclui-se fui um
perfeito idiota. Isto aconteceu com uma
Senhora Doutora, funcionária pública que tentou desafiar a minha mente pois mas
como diz aqui o meu compincha de trabalho “ isso é uma tarefa muito difícil”.
Fartei-me de dizer que não havia volta a dar, tinha de ser assim o processo.
Aandou às voltas, voltas, e eu ali à espera da famosa
ideia luminosa da Senhora, passado umas quantas horas, eis que ela diz, não há nada a fazer, tem de ser
como você disse. Pois contra factos não há argumentos, não há volta a dar. E vai dai depois tem a grande lata de apelar
aos meus bons conhecimentos matemáticos, para lhe calcular as quotas-partes de
impostos numa partilha complicada, uma vez que ela não sabe. Olhe vá ter Formação de Registo Predial e vá
procurar um bom explicador de matemática para a ensinar. Pense bem no conselho
que lhe estou a dar.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Ida ao médico
Os vómitos a diarreia as cólicas continuavam, deixei-me de tretas e resolvi fazer 40km para ir ao médico.
Ele - Você apanhou o vírus que anda por aí a afectar muita gente. O seu sistema imunitário está em baixo, até que podia dar-lhe uma injecção, uma medicação forte, mas você não é igual aos outros, não posso. Fica a soro umas horas depois vai para casa e evita o contacto com outras pessoas, o vírus anda aí.
Eu – evito o contacto com outras pessoas como??? Você passou-se. Pense bem dê me lá uma medicação assim menos forte.
Nada feito não posso relacionar-me com as outras pessoas, pois e depois dizem que sou morcão que sou anti-social. São recomendações médicas, e isto é para a malta das bikes seu Rui mmmm que está sempre a chamar-me morcão, anti-social, porque não vou às aulas no ginásio. Aqui para nós aquela aula é bué chata, ca seca…nem com xanax e com um pacote de gomas se lá vai….eheheheh
domingo, 4 de novembro de 2012
Alento
Bem acho que quero uma guitarra como da Taylor swift nesta música...bem è bué LINDA. Na doença só a música me dá alento, a minha guitarra...mas a da Taylor Swift....
sábado, 3 de novembro de 2012
Das circunstâncias do dia a dia
“Aquilo que não quero para mim também não quero que aconteça aos outros.” E isto nada tem a ver com religião mas sim com o ser humana e racional. Como ser humano que sou devo respeitar e ajudar os outros. Esta semana que passou deparei-me com um situação profissional que mexeu comigo. A Srª. Conservadora cá do sitio resolveu tomar uma decisão que irá afectar muita gente. E tudo por causa de um parecer que nem vinculativo é. Comunicou-me a sua decisão, refutei com ela mas mais me pareceu estar a refutar com um burro daqueles que tem um visor nos olhos em que só vêem para a frente. O parecer diz, ela segue, não tem qualquer tipo de opinião quanto ao caso. Disse-lhe que para além de me comunicar a mim a decisão deveria também comunica-la aos advogados aos solicitadores que lidam mais com este tipo de situações. Disse-me que não o iria fazer. Pois sempre foi contra a atribuição dos poderes que a lei passou a dar a este tipo de ordens e camaras. Eu também sou do contra, acho que foi um grande erro que o Ministério da Justiça fez, mas se os senhores que estão lá no governo lhe deram os poderes eles têm mais é que aproveitar, aproveitam mal usam a sua malicia em português corrente trafulhice. Mas é o país que temos. E é o país que temos, que põem a gerir uma conservatória uma senhora que não personalidade forte, segue todos e quais queres pareceres que lhe aparecem à frente. E que tal ter opinião própria e refutar e não ter medo. Coitadinha é novinha nestas andanças…que desculpa mais esfarrapada.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Nuvem Negra
O cientista Sobrinho Simões alertou, num artigo publicado no
“Publico”, que daqui a dez anos metade da população portuguesa terá pelo menos
um cancro. Iniciou-se hoje mais um peditório da Luta contra o Cancro, sei que
estamos em crise, mas e que tal ajudar pouco a pouco faz muito já diz o ditado
Popular “Grão a Grão enche a galinha o papo.”
Viver com um cancro é difícil é doloroso, mesmo depois de o
termos vencido, vivemos sempre com uma nuvem a pairar sobre as nossas cabeças.
Para mim já passaram cinco anos, cinco anos de avanços e recuos, cinco anos de
muito sofrimento. A nuvem continua e continuará a pairar sobre a minha cabeça.
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