sábado, 3 de novembro de 2012

Das circunstâncias do dia a dia

“Aquilo que não quero para mim também não quero que aconteça aos outros.” E isto nada tem a ver com religião mas sim com o ser humana e racional. Como ser humano que sou devo respeitar e ajudar os outros. Esta semana que passou deparei-me com um situação profissional que mexeu comigo. A Srª. Conservadora cá do sitio resolveu tomar uma decisão que irá afectar muita gente. E tudo por causa de um parecer que nem vinculativo é. Comunicou-me a sua decisão, refutei com ela mas mais me pareceu estar a refutar com um burro daqueles que tem um visor nos olhos em que só vêem para a frente. O parecer diz, ela segue, não tem qualquer tipo de opinião quanto ao caso. Disse-lhe que para além de me comunicar a mim a decisão deveria também comunica-la aos advogados aos solicitadores que lidam mais com este tipo de situações. Disse-me que não o iria fazer. Pois sempre foi contra a atribuição dos poderes que a lei passou a dar a este tipo de ordens e camaras. Eu também sou do contra, acho que foi um grande erro que o Ministério da Justiça fez, mas se os senhores que estão lá no governo lhe deram os poderes eles têm mais é que aproveitar, aproveitam mal usam a sua malicia em português corrente trafulhice. Mas é o país que temos. E é o país que temos, que põem a gerir uma conservatória uma senhora que não personalidade forte, segue todos e quais queres pareceres que lhe aparecem à frente. E que tal ter opinião própria e refutar e não ter medo. Coitadinha é novinha nestas andanças…que desculpa mais esfarrapada.