quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Eu Mesma...


Por vezes não sou boa em definições, assim como muitos permaneço no “anonimato”, não que tenha medo, nem tão pouco receio, apenas gosto do mistério. A máscara criada por mim - entendam como quiserem – é analisada por aqueles que me vêem, aqueles que tentam decifrar-me, sendo assim a realidade pode não estar tão distante da imaginação. A graça maior está em imaginar, criar e recriar, quem é o ser amado ou odiado, senão aquele que integra o nosso padrão.Posso ser a mistura de definições, como posso também ser apenas uma, gosto do desconhecido, do imaginável, do que pode ser sonhado, da antítese, até mesmo da saudade. Singularidade é a diferença dos seres, a desigualdade de agir, a divergência de pensamento; a minha singularidade começa pelo nome, que diz ser de Deusa. Em Roma, (a Artemis Grega) era a Deusa da lua e da caça, filha de Júpiter e de Latona, e irmã gémea de Apolo. Também foi nome de uma Princesa.
Na minha bagagem tenho histórias de vida, de lutas e de gente, gente que contribuiu e contribui com a construção do meu eu.
Logo, sou mais acessível do que muitos pensam, estejam estes perto ou longe, sejam meros conhecidos ou íntimos, basta estar, basta querer...

Por uma Andorinha