
Por vezes não sou boa em definições, assim como muitos permaneço no “anonimato”, não que tenha medo, nem tão pouco receio, apenas gosto do mistério. A máscara criada por mim - entendam como quiserem – é analisada por aqueles que me vêem, aqueles que tentam decifrar-me, sendo assim a realidade pode não estar tão distante da imaginação. A graça maior está em imaginar, criar e recriar, quem é o ser amado ou odiado, senão aquele que integra o nosso padrão.Posso ser a mistura de definições, como posso também ser apenas uma, gosto do desconhecido, do imaginável, do que pode ser sonhado, da antítese, até mesmo da saudade. Singularidade é a diferença dos seres, a desigualdade de agir, a divergência de pensamento; a minha singularidade começa pelo nome, que diz ser de Deusa. Em Roma, (a Artemis Grega) era a Deusa da lua e da caça, filha de Júpiter e de Latona, e irmã gémea de Apolo. Também foi nome de uma Princesa.
Na minha bagagem tenho histórias de vida, de lutas e de gente, gente que contribuiu e contribui com a construção do meu eu.
Logo, sou mais acessível do que muitos pensam, estejam estes perto ou longe, sejam meros conhecidos ou íntimos, basta estar, basta querer...
Logo, sou mais acessível do que muitos pensam, estejam estes perto ou longe, sejam meros conhecidos ou íntimos, basta estar, basta querer...
Por uma Andorinha