quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Dr. Jeckyll and Mr.Hyde

Há uns anos atrás dizia-me um amigo - pensas que me conheces bem dada a nossa relação de proximidade, mas por mais que o tempo passe e tu te convenças que me conheces lá virá o dia em que eu te decepcionarei. Aí dirás não te conheço. Porque por mais proximidade que haja, por mais intimidade ou amizade incondicional que exista entre dois seres eles nunca se conhecerão. Dizia-me uma outra amiga podemos viver e conviver quase uma vida com outras pessoas com um marido com amigos, mas nunca os conhecemos, conhecemos apenas um pouco, raiz a nua propriedade essa nunca a chegaremos a conhecer. Pois é todos nós temos dentro de nós um Dr. Jeckyll and Mr. Hyde - Nos anos finais do século XIX, um cientista, Dr. Jekyll, desenvolve uma poção, uma droga. Segundo as teorias de Dr. Jekyll, o homem, na verdade, não é apenas um, mas dois. Todo ser humano é dotado de duas naturezas completamente opostas equilibradas. Uma é boa, aquela que traz admiração das pessoas, a outra a má, aquela que é violenta, agressiva, mal-educada, feia e temida por todos.
Na maioria o lado obscuro das pessoas Mr. Hyde está escondido mas por vezes lá vem a famosa poção e o the evil aparece. A questão é como mostramos a nossa maldade, pois há aqueles que mostram um pouco da sua maldade no dia a dia e há aqueles que só mostram a sua maldade para dar a facada final.
Durante uns tempos formei a ideia de uma pessoa via como sincera frontal, humilde com sentido de humanismo ao conviver com ela essa ideia continuou a prevalecer, prevaleceu até segunda-feira quando a pessoa deu a “facada nas minhas costas”. Nunca pensei ser humilhada ao ponto que fui não sou diferente dos outros seres humanos, nenhum ser humano merecia ouvir o que eu ouvi. Como resposta disse “Obrigada és uma pessoa excelente em tudo mesmo a tratar mal a pisar em cima dos outros consegues ser excelente, vês és excelente em tudo.”