quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Deixei-te ir...


Durante os últimos meses, vivi para ti, não sei ainda bem porque o fiz, talvez por uns instantes esporádicos de prazer, mas principalmente porque nesses momentos tu me fazias feliz e davas sentido à minha vida, vivia porque te amava e gostava de partilhar contigo todos os momentos, gostava de estar contigo, gostava de te sentir, gostava de te abraçar, beijar... amar... o pouco tempo em que estávamos juntos não éramos dois éramos um só, fazias-me sentir a mais feliz das mulheres...Contudo fazias-me sentir assim em certos momentos, noutros, fazias-me mal, pois desaprecias eu ficava dias sem te ver sem saber de ti, limitavas-te a dizer que eras assim que era a tua maneira de ser, aprendi a conviver contigo, mas principalmente aprendi a amar-te em silêncio, a esperar-te paciente e não "levantar ondas", não te incomodava com telefonemas inoportunos, não te mandava mensagens para não te afastar, tentei-me manter afastada-por-perto. Até ao dia em que partimos para a ignorância e nos agredimos verbalmente mutuamente as palavras que dizemos um ao outro que escrevemos foram duras severas foi o impulso de momento partimos para a irracionalidade a falta de respeito. Fiquei magoada muito, não te queria ver pela frente… e atender o telemóvel nem pensar, não contei as vezes que ligaste foram muitas, muitassss. Um dia o telemóvel parou de tocar…ele já não toca. Deixei-te partir... e eu deixei-te ir.

"You're everything I thought you never were
And nothing like I thought you could've been
But still you live inside of me
So tell me how is that ?????"