Sempre soube que quanto maior fosse a subida, de mais alto seria a queda.
Um degrau aqui, outro ali, uns mais fáceis de alcançar outros mais difíceis, fui resistindo e pouco a pouco lá fui conseguindo subir. Subi tanto que cheguei ao céu às nuvens.
Em algum lado devo ter falhado, devo ter escolhido o caminho errado ou então não me segurei com a devida força, porque cheguei ao fim e agora estou a cair em queda livre. De muito alto!
Fiz o melhor que sabia, que não era grande coisa, porque nunca tive aulas para aprender esta matéria, e por isso muitas vezes deixei apenas que fosse o instinto a guiar-me. Muitas vezes quis segurar-me e mesmo assim, abri a mão; Muitas vezes me disseram "esquerda" e eu fui para a direita; Muitas vezes me disseram para parar e teimei em ir em frente;
Faria tudo de novo e da mesma maneira, porque continuo a não saber fazer de outra.
Teimosia? Não! Tem outro nome, mas agora não interessa nada.
Fico quieta, como diz um grande amigo meu “"...a melhor coisa a fazer quando não sabemos o que fazer, é ficar exactamente onde estamos"...
Em algum lado devo ter falhado, devo ter escolhido o caminho errado ou então não me segurei com a devida força, porque cheguei ao fim e agora estou a cair em queda livre. De muito alto!
Fiz o melhor que sabia, que não era grande coisa, porque nunca tive aulas para aprender esta matéria, e por isso muitas vezes deixei apenas que fosse o instinto a guiar-me. Muitas vezes quis segurar-me e mesmo assim, abri a mão; Muitas vezes me disseram "esquerda" e eu fui para a direita; Muitas vezes me disseram para parar e teimei em ir em frente;
Faria tudo de novo e da mesma maneira, porque continuo a não saber fazer de outra.
Teimosia? Não! Tem outro nome, mas agora não interessa nada.
Fico quieta, como diz um grande amigo meu “"...a melhor coisa a fazer quando não sabemos o que fazer, é ficar exactamente onde estamos"...