Ele -Muitas das vezes és a única pessoa que me compreende…sinto-me um incompreendido, os meus colegas de trabalho não me compreendem não me respeitam, não respeitam a minha doença. Mas tu compreendes-me, talvez porque já passaste pelo que eu estou a passar e porque também és um pouco louca. No bom sentido, naturalmente.
Eu – Tem de se ser um pouco louco nesta vida, se não como aguentaríamos, tanto sofrimento tanta dor, sem se desapertar alguns parafusos.
Eu – Tem de se ser um pouco louco nesta vida, se não como aguentaríamos, tanto sofrimento tanta dor, sem se desapertar alguns parafusos.