Essa vontade de fugires, de saíres a correr quando alguém mostra que começa a conhecer-te, embora não te reveles, e essa vertigem de ficares. Essa indomável sede de alguém - e de não estares com ninguém.
De envolveres carícias em palavras. Essa vontade de mudares sem renunciar a nada. Essa fome de impossíveis. Como pensar no meio desta confusão contraditória?
"You cannot quit me so quickly.
Is no hope in you for me?
No corner you could squeeze me?
But I got all the time for you, love.
