Tinha saudades de acordar cedo, ver o sol nascer… saudades
de voar, do pó, de aterrar longe bem longe de percorrer km e kms a pé. De sentir
o vento a bater-me no rosto… saudades de
VOAR, VOAR o céu como limite, percorrer uma estrada de nuvens. Tinha um
amigo destas andanças que dizia que quando atingimos o limite do voo, atingimos
um orgasmo. Este não foi como o que atingi à duas semanas atrás, Sorriso, esse
foi the best.
Hoje acordei com tanta dor no cotovelo….tanta dor, uiiuiuiu.
É a vida!!! Este meu cotovelo esquerdo, ficou mesmo mal da ultima queda, já lá vai um ano.
"Liberdade de voar num horizonte qualquer, liberdade de pousar onde o coração quiser."
*Cecília Meireles*
*Cecília Meireles*
