domingo, 12 de abril de 2015

FLY

Tinha saudades de acordar cedo, ver o sol nascer… saudades de voar, do pó, de aterrar longe bem longe de percorrer km e kms a pé. De sentir o vento a bater-me no rosto… saudades de  VOAR, VOAR o céu como limite, percorrer uma estrada de nuvens. Tinha um amigo destas andanças que dizia que quando atingimos o limite do voo, atingimos um orgasmo. Este não foi como o que atingi à duas semanas atrás, Sorriso, esse foi the best.

Hoje acordei com tanta dor no cotovelo….tanta dor, uiiuiuiu. É a vida!!! Este meu cotovelo esquerdo, ficou mesmo mal da ultima queda, já lá vai um ano.

"Liberdade de voar num horizonte qualquer, liberdade de pousar onde o coração quiser."
*Cecília Meireles*