sexta-feira, 17 de julho de 2015

E tu não vens

à noite, o silêncio faz-se ouvir,
para onde vão as pessoas quando dormem?,
e acontece mais eu, as coisas paradas deixam de fazer mexer as vidas, as ruas existem para se olharem,
lembro-me de adormecer triste vezes demais,
as lembranças gostam do escuro, porque será?,...

aguardo a chegada do sono como se aguardasse a chegada de ti,
e tu (não) vens.

Pedro Chagas Freitas