domingo, 17 de abril de 2016

Love Me...

Creio que já não me preocupo mais, que já não penso mais, que já não sinto mais, que já não sonho mais... Quase acredito que não iria valer mais a pena, que o caminho se vai fechando e que os muros ao longo da estrada começam a precipitar-se sobre mim... Procuro-te demasiado, mas tu negas-me o suficiente. Nem sempre és o mesmo, mas será que isto interessa? Acho que o pedido, a prece, o desejo, por vezes encoberto por guarda-chuvas e nuvens, continua aqui, tão vivo como uma mancha amarela que consegui transformar em Sol (e talvez só eu e o Picasso nos orgulhemos disso)...

No fim, mendigo-te o de sempre, porque é o de sempre que pretendo como único fim. Love me...
Mas do nada, um sorriso, uma lágrima
Tudo me lembra de ti