quarta-feira, 25 de maio de 2016

Dei-te o meu corpo...Sorriso doce!!!

Dei-te o meu corpo como quem estende um mapa antes da viagem, nele descobristes ilhas e paraísos e aí pousastes os dedos devagar, como fazem as aves quando encontram o verão.
 
 Tocaste-me invadiste-me, e eu desmanchei-me de prazer nos teus braços.
Mas, depois, desenhaste mapas nas minhas mãos – tristes geografias, labirintos de razões improváveis, tão curtas
Guardo em mim o prazer dos teus braços e guardo os teus gestos, conjecturas, sombras, muros.
 E essas conjecturas, sombras, muros criam ondas que ameaçam o lago dos meus olhos.