quarta-feira, 28 de novembro de 2018

um "Amo-te"

"Eu não quero apenas comer-te. Nem sequer te quero se quiseres que eu apenas te coma. Uma, duas ou vinte vezes, não interessa. Sexo? Sexo tenho eu de quem quiser e tu de quem te apetecer. E se queres que te diga qualquer um é capaz de o fazer minimamente em condições. Não é (nem pode ser) esse o maior mérito de nenhum homem. Não me reduzas à superficialidade do prazer carnal. Por melhor que ele seja. Faz-me sentir banal, e eu sou muito (muito) mais do que meia dúzia de f*das bem dadas. Se eu me aproximo de ti é porque quero tudo de ti. Desde o gemido mais obsceno ao «amo-te» mais sincero. Tudo! Sabes o que isso significa? Não, não sabes, mas vais descobrir..."
in «Nada Menos Que Tudo»