Não era covardia ou medo que a levavam a fechar aquela porta que a fizera sorrir durante tanto tempo. Na verdade era cansaço, a frieza de quem já sentiu demasiado. As trocas comuns de farpas impensadas, a cumplicidade a confiança, que se desvaneciam, as meias verdades que se arrastavam no tempo.
Ela estava a abrir mão, a desistir do sorriso doce que gostava.
Ela estava a abrir mão, a desistir do sorriso doce que gostava.
