sexta-feira, 27 de novembro de 2020

um contentamento descontente

Quando foste embora, deixaste um rasto de mágoa e de ressentimento. Não por teres ido, mas pela forma como resolveste fazê-lo. No meio de enganos, de mentiras e omissões! Foste um cobarde que ainda por cima ficas-te com os quinhentos e tal euros.

Doeu muito! Doeu tanto que desejei nunca mais lembrar-me da tua cara ou do teu nome. Tirei-te da minha vida, como se nunca dela tivesses feito parte. Pensei que com o tempo tudo amerissasse, mas não a raiva, a mágoa os ressentimentos perduram irão perdurar até ao fim dos meus dias…jamais perdoarei. Continuarei a contar que és um cobarde…que nem depois de todo o mal que fizeste foste capaz de dar a cara.  Ao menos contento-me a contar e fazer ver aos outros a pessoa que realmente és.