A história vista daqui é clara. Somos passageiros numa carruagem de destino incerto. As fontes onde paramos nem todas têm água fresca e limpa, mas todas nos matam a sede de saber mais e mais sobre a essência da existência.
Curiosamente vou a
meio gás, sentindo agora que tudo importa pouco. Quem conheces, onde paras, onde
te deténs ou deslumbras.
Tudo importa pouco com tudo aprendes. Contudo aprendes, porque é
inevitável. Se te queimas aprendes a não pôr o dedo. Se te faz sorrir aprendes
a buscar.
É esta a filosofia de vida com que me identifico e por isso
sou mais de memórias que de ansiedades.
Não imagino ser diferente.
Somos apenas passageiros, passageiros.
