Doce como o limão!
Amarga como o açúcar.
Tenho dias... E há pessoas... E as pessoas têm de mim o que merecem.
Dou tudo aquilo que tenho sem que mo peçam,
Mas também aprendo a deixar de dar...
É preciso ser magoada, é certo, mas ao menos faço-o com motivo.
Ahhh, e quando tenho motivos...
Posso estar a sangrar por dentro, mas deixo de ser a palhaça de serviço no "circo" alheio... E passo a ser a dona do meu próprio "circo".
Onde quem põe e dispõe sou eu,
Onde quem decide o que se seguirá sou eu,
Onde no meu palco só passa a brilhar quem eu bem entender.
E o problema... É quando perdes o teu brilho...
Porque no meu circo...
Não há espaço para quem não tem luz.
