terça-feira, 18 de outubro de 2022

O optimismo corre-me nas veias.

 Não sei porquê. Não tenho grandes motivos para ser assim.

A vida não tem sido muito minha amiga.
Ao longo dos anos, tem-me testado em várias vertentes.
Ainda assim, não consigo não ser optimista.
Não consigo deixar de crer, de sorrir, de ter esta boa disposição que me caracteriza.
De ter, de acordo com algumas pessoas, uma vivacidade e sorriso contagiantes.
E embora haja dias em que não tenha dúvidas que a minha vida será sempre vivida entre a vontade de ser, de ter mas nunca o alcançar, embora sinta que, apenas, sobrevivo, embora sejam muitas as vezes que sinto que fracassei, continuo com esta teimosia.
A de não deixar que a vida me tire o que, ainda, me faz acreditar...