Respiro fundo. Inspiro a certeza de que tudo está certo e
expiro a confiança que tenho em mim. Vivo com (cada vez) mais calma. Acredito
que mereço coisas boas e foco-me nisso.
descomplico em tudo. Relativizo o ruído. Conheço-me. Sei-me em paz, e
agradeço. Porque confio. porque sigo | sempre | as minhas respostas. porque não
me alimento de queixumes e porque não tenho paciência para calimeros. Todos os
dias afino o meu radar-detector de pessoas e ‘’coisas’’ tóxicas. Mantenho-me a
uma boa distância de segurança. Nem sempre consigo. Mas como sou a arruda,
quando me falha o radar a vida intervém, a selecção natural acontece e, na
minha bolha segura, ficam (só) as pessoas-alecrim, as pessoas-menta, as pessoas-que-me-fazem-bem.
