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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Sem perceber que já te amava, sempre te amei!!!

A vontade que move montanhas, que me faz correr até à exaustão, que faz com que grite o teu nome até que a voz me falte, até que te tenha em mim e que se abrande esta vontade.
O querer que me queiras tanto quanto te quero, o viver sem viver sem ti.
 Perceber que te amo, mesmo quando julgava que não amava, mesmo quando julgava que ao ires embora, ia ela também contigo;
 A vontade.
 Não foi! Ficou ela e o aperto!
Amava-te já!
 E agora? Agora que sei que sou tua, és-me ainda como me querias ser?
 Ou amasse assim, sem retorno, sem mão?
   Sempre te fui.
 Vou fazer com que o tempo que ainda me dá algum tempo seja tua, fazer com que o resto do resto que ainda me resta te pertença e que mesmo que quando o sol se ponha;
 Adormeça no teu peito.
 Que o medo seja apenas o medo do fim, o medo de que o para sempre seja curto demais.
 Sem perceber que já te amava, sempre te amei.