Olhou-se ao espelho antes de sair de casa, como sempre faz pela manhã. Baixou os olhos por um instante e depois voltou a enfrentar o seu reflexo, esperando não ver outra vez aquela expressão ausente de quem perdeu o contacto com a realidade… inútil, estava sempre lá.
Respirou fundo, desceu as escadas, abriu a porta de casa e lentamente entrou no cinzento da manhã… a chuva que caía, nem parecia Primavera. Levava consigo as reflexões de uma madrugada de incertezas, e no olhar, o peso do sono e do cansaço desconcertado que teimava em acompanhá-la.
O silêncio na rua era absoluto, deixou-se seduzir por ele, e pareceu-lhe mais fácil encontrar o abraço solitário que tanta falta lhe fazia naquele momento.
Só que o abraço solitário ainda não veio….
Respirou fundo, desceu as escadas, abriu a porta de casa e lentamente entrou no cinzento da manhã… a chuva que caía, nem parecia Primavera. Levava consigo as reflexões de uma madrugada de incertezas, e no olhar, o peso do sono e do cansaço desconcertado que teimava em acompanhá-la.
O silêncio na rua era absoluto, deixou-se seduzir por ele, e pareceu-lhe mais fácil encontrar o abraço solitário que tanta falta lhe fazia naquele momento.
Só que o abraço solitário ainda não veio….



