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sábado, 29 de junho de 2024

Fragilidade

Um dos objetivos era ir ao granfondo não deu, tenho a noção que não treinei o suficiente que a nível físico estou em baixo...fui dar aquela volta com a malta que parte amanhã às 8.30h, foi duro subir à senhora do Espinheiro, descer...voltar a casa, é tramado...mas valeu.
Depois para desanuviar é tocar esta musica...adoro.!!!

 Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar (sim era o teu Pintinhas)

domingo, 5 de maio de 2013

Medo



 

"Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação."
Clarice Lispector

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Frágil

A noite começa a descer lentamente...O frio, cada vez mais insuportável arrepia-lhe a pele, mas ela continua ali, imóvel, sentada no mesmo chão gélido, com as mesmas velas acesas, com o mesmo cigarro na mão… as lágrimas rolam copiosamente pelo rosto...a tristeza inunda-lhe o coração...a saudade mata...tão bom pudesse o tempo parar...é tudo tão fugaz e tão breve...tudo aquilo que se agarra e já fugiu.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Música no Coração

Tenho uma música no coração
É uma música...
Uma música que não sei cantar...
Sem pauta...
A música do meu coração...
Tem dias que entoa doces baladas...
Outros, música de corações partidos...
Sorrisos e choros...
Por mais que queira, não consigo cantá-la...
Quem me ensina???
Eu quero aprender...
Quero libertar o meu “eu”, do meu interior...
Deixar o meu coração cantar...
Libertar a música...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Complicada de Facto

Sou uma mulher complicada, tenho tendência para as coisas complicadas e sou eu mesmo uma complicada. Acho que complico o descomplicado.
Tudo muito complicado de facto, ou não fosse eu uma eterna complicada....
Não consigo deixar de ser assim. Exagero, complico, tudo arde e volta a arrefecer em questão de minutos.
Só quero que me conheçam o que me que aceitem como sou. Estarei a pedir muito???
Bastava-me a compreensão de um pouquinho do que sou.
Sou uma pessoa muito sentimentalista, vivo as coisas com demasiada intensidade e isso é mau. Por mais desilusões que apanhe na vida não mudo. Esta patética veia sentimentalista permanece na mesma. Uma palavra um gesto uma acção pode significar a alteração de um dia completo.
É muito descabido ser assim??? Terei de ver as coisas mais objectivamente para deixar de ser exagerada??? Será que é assim tão errado preocupar-me com o que sinto e com que os outros sentem????
Isto de ser julgada por demonstrar aquilo que sinto faz-me corroer por dentro.
Tenho de mudar para deixar de ser ridícula, deixar de me sentir ridícula. Para isto tenho de deixar de pensar, deixar de ser sentimentalista.