I don't want to be the other half of your soul. I want to be
the one who reminds you that you're already whole.
"A vida é breve. Viaja devagar. Engana o tempo que passa. Adia o momento da chegada."
I don't want to be the other half of your soul. I want to be
the one who reminds you that you're already whole.
Have you ever wondered which hurts the most:
saying something and wishing you had not,
or saying nothing, and wishing you had?
Tentei por muitas vezes explicar a minha intensidade para
algumas pessoas... tentei por muitas vezes justificar a minha verdade e os meus
motivos. E quando não me entendiam, sentia me culpada e até me cheguei a
questionar se estaria realmente certa... Mas o tempo ensinou me que o certo e o
errado são apenas perceções, e que não era necessário explicar me para quem
jamais faria questão de me entender! Perdi pessoas neste processo, mas através
das perdas ganhei me, encontrei me e pude florescer para poder ser. Simplesmente...
Ser! Sem remorsos, sem medos, sem condicionar as minhas vontades, escolhas e
decisões à validação e aceitação dos outros. Aprendi que era necessário permitir-me
a arriscar, mudar, desconstruir e mudar o que não me fazia feliz. Aprendi que
era necessário me priorizar sim! Amar me, respeitar me, perdoar me, cuidar de
mim... Porque afinal cada um de nós só pode dar o que transborda dentro de si.
Já não tenho medo de desagradar às pessoas ou não suprir expectativas. O meu
único medo? De me dececionar a mim própria, perder me a tentar caber em mundos
que não têm capacidade de me receber! Porque a minha felicidade...importa sim!
Dizia uma colega de trabalho, que tinha "sede" de ir ao palácio do gelo, ir às compras, comprar roupa. Eu tinha "sede" de cultura de ir ao cinema, a ignorância das pessoas faz-me mal, de comer bem saudável, numa esplanada, tomei a coragem e fui.
Fui ver um bom filme The Father ou o Pai, parece um filme simples um homem com 81 anos que se acha capaz de viver sozinho, uma filha que arranja sucessivas enfermeiras para o ajudar o que ele sucessivamente recusa, pode bem viver sozinho. Na verdade ele está cada vez mais debilitado, necessitando de alguém que o ajude. A demência do ser humano provocada pela doença, o descambar total quando ele próprio não sabe quem é .
O Pai é uma escada em espiral. Estamos constantemente a agarrar-nos ao corrimão e, de vez em quando, caímos com o protagonista. Nos últimos dez minutos de filme, estamos mesmo estatelados no chão. Não é um filme fácil de recomendar, tampouco fácil de ser revisto. O Pai é vertiginoso e devastador, mas também é belo.
O próximo será o Nomadland - Sobreviver na América é o Melhor Filme do ano, este pelo enredo pela banda sonora, adoro...é este o próximo venha ele em exibição.
Sejam felizes, façam alguém feliz, "cultivem-se" ver um bom filme, comer saudável com amigos numa esplanada...sorrir, viver.