quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Do funcionalismo público na capital

terça-feira, 31 de julho de 2012

A luta Acabou

A questão que se colocava era voltar ou não ao IPO, pois…
Ontem na esteticista dizia-me ela “ Porque vai???”  Eu deixei de ir à muitos anos atrás, não vou lá fazer nada e também já não tenho muito que esperar desta vida, a única coisa que me move é o meu trabalho, o filho já está criado e bem nada mais me resta, se não viver um dia de cada vez. Pense no que lhe digo. O que é que você tem.??? Pois aka a miúda também não tem nada, não tem filhos, a família essa anda demasiada ocupada com os negócios para reparar nos que estão à volta. Não tenho nada, e vai dai depois de muitos conselhos do travesseiro aka a miúda não vai ao IPO a Lisboa Acabou a luta ficasse por aqui. Um dia de cada vez e quando a minha vez chegar chegou. I,ts Over.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

EU VOU

Depois das maratonas dos exames, outras maratonas com um sabor especial - vitória - se seguem. O céu é o limite, bora Lá. VOAR.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Put@ de neura

Sábado the big day

Antevisão do que será a minha vida nos próximos três dias. Oh... HELP me GOD!!!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Tired

Depois de dois exames de veras complicado, verdadeiro teste aos neurónios, ficaram a latejar... o tempo pior inimigo, quatro horas que passaram a correr, mais pareceu que estava a correr os 400m barreiras nas olimpiadas...é para esquecer, e para isso, só mesmo um teste à resistencia fisica - subir de bike até à Senhora do Espinheiro, um verdadeiro teste à residtencia fisica...o pior foi mesmo a descer.!!! Para o próximo fim de semana Bora lá mais dois exames...uuuuuuuufffffffffffffffffff Estou a dar em louca.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Recomeçar...

Às vezes é uma ideia, apenas uma ideia. Uma recriação egoísta e irreal que nos confunde a razão e transtorna os pensamentos. Uma sugestão tão doce como amarga que suspende a realidade e acelera o ritmo cardíaco, atrasando o fluir dos dias como um compasso de espera que obriga a controlar a dimensão das emoções. Veneno que destrói tudo por onde passa, à velocidade de um rio que corre na ânsia de desaguar no infinito de água livre e salgada.Uma imensidão sem limites que reúne em segredo todos os sonhos do mundo, num vai e vem constante, onde a calmaria e o sossego raramente têm lugar. Onde sucumbimos perante a beleza da tempestade, para por fim descansarmos. E recomeçar tudo de novo.