"A vida é breve. Viaja devagar. Engana o tempo que passa. Adia o momento da chegada."
domingo, 13 de outubro de 2013
Ligeiramente atormentada,
Ligeiramente atormentada, mas um tormento controlável e necessário. É como se ela fosse sensata e ao mesmo tempo insensata, e no hiato entre uma coisa e outra é que estivesse sua essência.
Martha Medeiros
sábado, 12 de outubro de 2013
E assim vai este Pais
É muito fácil bater neste Governo. Por todas as razões e
mais algumas. Agora é o caso das pensões…coitadinhos dos pensionistas que vão
ter cortes na pensão de sobrevivência, a
que eu gosto de chamar "ditas de sobrevivência", porque na verdade
este nome é enganador. E leva a que muita gente as veja como pensões que
permitam que uma pessoa sobreviva, como se este fosse o único rendimento de
quem o aufere — e não é assim. Sinceramente, não acho escândalo nenhum este
corte nas pensões de sobrevivência. A pensão de sobrevivência é atribuída ao
cônjuge que fica viúvo como forma de compensação pela morte do parceiro, de
maneira a que este consiga manter o nível de vida. Bom, se esse parceiro vivo
já receber uma boa pensão (e há boas pensões, não são todas miseráveis), qual é
a lógica de acumular essa pensão com uma outra do companheiro falecido? Para
mim, a lógica é nenhuma, e se é preciso cortar em muitas coisas, então, que se
corte naquelas que têm menos lógica, como esta.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
(...)
“Há um tempo para amar e outro para ser amado, da mesma
maneira que há um tempo para falar de amor e outro para dizer que se ama. Tudo
acontece numa sequência natural traçada pela própria vida. Tudo conspira entre
si para que o amor faça parte dessa mesma vida. Apenas o medo faz com que as
pessoas prefiram ser amadas do que amar, assim como falar de amor do que dizer
que amam. São poucas as que falam uma linguagem diferente desta. Para a maior
parte, falar de afectos é como revelar um segredo de si mesmas. É exporem-se
sem volta possível. É falarem do que de mais frágil as identifica. Felizmente
para outras, falar de amor é uma consequência natural de não terem medo de
poder vir a amar. É dizerem que amar e ser amado é melhor do que só ser amado.
É acreditarem que sem amor nada faz sentido, nem mesmo a ausência do próprio
amor. É ousarem falar de amor mesmo sem nunca se terem apaixonado.”
José Micard Teixeira
Dici che il fiume, trova
la via al mare
E come il fiume, giungerai
a me
Oltre i confini, e le
terre assetate
Dici che come fiume, come
fiume
L'amore giunger,
L'amore
E non so pi pregare
E nell'amore non so
pi sperare
E quell'amore non so
pi aspettare
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
(...)
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