A vontade que move montanhas, que me faz correr até à
exaustão, que faz com que grite o teu nome até que a voz me falte, até que te
tenha em mim e que se abrande esta vontade.
O querer que me queiras tanto quanto te quero, o viver sem
viver sem ti.
Perceber que te amo,
mesmo quando julgava que não amava, mesmo quando julgava que ao ires embora, ia
ela também contigo;
A vontade.
Não foi! Ficou ela e
o aperto!
Amava-te já!
E agora? Agora que
sei que sou tua, és-me ainda como me querias ser?
Ou amasse assim, sem
retorno, sem mão?
Sempre
te fui.
Vou fazer com que o
tempo que ainda me dá algum tempo seja tua, fazer com que o resto do resto que
ainda me resta te pertença e que mesmo que quando o sol se ponha;
Adormeça no teu
peito.
Que o medo seja
apenas o medo do fim, o medo de que o para sempre seja curto demais.
Sem perceber que já
te amava, sempre te amei.