segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Factos da vida!!!

 Mês de Novembro atribulado, como o ano, no meio desta pandemia posso dizer que foi um mês atribulado. Era para ser uma semana de férias no inicio do mês para digerir o que tinha acontecido, remoer as mágoas os ressentimentos a raiva afundar-me...mas a vida deu uma volta de 180º. e tudo mudou...foi o colega de trabalho contaminado...foi os testes e tentar perceber como deu negativo como não estava contaminada. Ele atendia o meu telemóvel, questões profissionais, ele mexia no meu teclado, eu tirava-lhe o lápis a caneta...era tirava-me a mim. Foi o medir a temperatura de manhã e á noite...mas não estava não estou contaminada. Como raio se transmite o vírus??? Não sei...

Por um lado foi bom ter acontecido, obrigou-me a mexer a seguir em frente...a não deixar que um cobarde me levasse ao fundo do poço. A encarar a vida de frente...à males que vem por bem...e ainda bem. Transpiro tranquilidade, o cobarde será sempre ele a besta será sempre ele...eu fui mais uma vitima dele.

A vida segue...o mês de Dezembro não sei como será...quem saberá talvez ninguém apenas se sabe que será diferente de todos os outros. SIGA A VIDA!!!!

domingo, 29 de novembro de 2020

Tranquilidade...

 


E às vezes sobra o silêncio....

Do nada sem sentido se faz paz e da paz nasce o sorriso tranquilo dentro do rosto...

sábado, 28 de novembro de 2020

MERECES UM ÓSCAR

De todas as mensagens que trocámos, de tudo o que dissemos e ficámos a saber, não serem verdades, os meus Parabéns!

Mereces um Óscar!

Não te invejo a capacidade de mentir, acho até triste, a energia que se perde a ludibriar os outros, a ser cobarde…uma besta

Qual a finalidade? Coleccionar troféus?

Sabes, a lei do retorno não falha, e eu espero que ela seja breve

Há situações na vida que nos apanham de surpresa e não as conseguimos controlar, mas o respeito pelos outros não é uma delas

Depende apenas de ti

Agora pensa, que ganhas-te em mentir? Ganhas-te quinhentos e tal euros? Consegues dormir tranquilamente, sem te pesar a consciência??? Cobarde como és se calhar consegues. 

MERECES UM ÓSCAR, pelas mentiras pela cobardia.

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

um contentamento descontente

Quando foste embora, deixaste um rasto de mágoa e de ressentimento. Não por teres ido, mas pela forma como resolveste fazê-lo. No meio de enganos, de mentiras e omissões! Foste um cobarde que ainda por cima ficas-te com os quinhentos e tal euros.

Doeu muito! Doeu tanto que desejei nunca mais lembrar-me da tua cara ou do teu nome. Tirei-te da minha vida, como se nunca dela tivesses feito parte. Pensei que com o tempo tudo amerissasse, mas não a raiva, a mágoa os ressentimentos perduram irão perdurar até ao fim dos meus dias…jamais perdoarei. Continuarei a contar que és um cobarde…que nem depois de todo o mal que fizeste foste capaz de dar a cara.  Ao menos contento-me a contar e fazer ver aos outros a pessoa que realmente és.

Um dia de cada vez

 

Saber aquilo que não quero é muito diferente de saber aquilo que quero, e na dúvida, vou vivendo um dia de cada vez à espera de sentir as certezas do que me faça feliz.

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Triste, tão triste, tão vazia

 
Triste

É triste sentir que não posso confiar em ninguém

É triste sentir que é mais fácil aceitar que são todos iguais

É triste sentir que ninguém me merece

É triste sentir que mais vale só que mal-acompanhada

É triste

É triste continuar a acreditar que algum dia será diferente

Acreditar que alguém me vai saber ler nas entrelinhas e querer ficar

Cansada de partilhar de mim e ser mais uma

Triste e cansada

Farta de dar sem receber

Esgotada

Não escrevo coisas bonitas

Escrevo o que sinto

Ninguém gosta de dar sem receber

Isso do amor altruísta é muito bonito

Mas quem se sente, gosta de sentimentos recíprocos

Sejam amor, paixão, atração apenas

Ninguém gosta de sentir por dois

Até o podem afirmar

Acredita quem quer

E eu já não acredito em nada

Triste, tão triste, tão vazia

Só quero estar onde não estou...são dias.!!!

Para hoje só queria embrulhar-me num abraço e ficar ali quieta. Sem ruídos. Em silêncio. Num momento onde as palavras não fossem precisas. Envolver-me no aconchego de um afecto e dormir.

Parar a máquina cerebral. Deixar de a ouvir. Desligá-la se possível fosse. Há dias assim... em que tudo o que nos dizem soa a discurso fácil. Em que todas as palavras não entram. Pura e simplesmente não entram. Há dias em que não queremos palavras. Queremos só o silêncio. Só a segurança de um abraço. Queremos só ouvir o bater do coração. Queremos deixar de dar de comer aos medos. Há dias assim, em que só queremos estar onde não estamos...