Saudade, este longínquo matutar que vive na distância, por
um sem fim daquele momento, daquele sorriso, daquela voz, daquele olhar e... só
mais um abraço.
O coração bate a mil à hora dentro de um corpo exausto, onde
o olhar fica ausente do mundo, perplexo com o nada e padecendo sem graça.
Não é fácil descrever a saudade que habita dentro de nós, sem instruções de como lidar com ela até se tornar em algo imensurável.






