sábado, 27 de dezembro de 2025

Ao quarto dia...despertei!!!

Depois de três dias de cama...gripe da forte, ao quarto dia, despertei e lá fui ver uma comédia Anaconda...fartei-me de rir...fantástico, ajuda a descomprimir...em vez de irem para os saldos vão ver o filme. Divirtam-se. 

domingo, 21 de dezembro de 2025

Desta época ...


 De casa para o trabalho, gosto de ir ouvir a RFM, por vezes lá ouço a pipoca mais doce - Ana Garcia Martins. As teorias algumas bem acertadas a meu ver. 

A respeito desta época festiva - Não ligo nada ao Natal - fora de cenas da publicidade- jantares de Natal não me dizem nada algo enfadonho para mim à muito que me deixei disso - comida de conforto não obrigada, não tem nada haver com a dieta que a nefrologista me pôs simplesmente não gosto...gosto da via vegetal...e não me venham com aquelas teorias que os restaurantes que servem comida de conforto, aqui da região, tem ementa vegetariana - simplesmente nada saborosa. 

Quanto à teoria da pipoca é seus Azeiteiros gastam o subsidio de Natal , em presentes duvidosos, nada mais acertado o tuga é mesmo assim...um azeiteiro que gasta o que tem...e por vezes muito mal o que não tem. 

A  Popota essa "gaija" já representou melhor a típica mulher portuguesa redondinha cheia de curvas...com o passar dos anos virou musculada fit, já nada é o que era. 

E assim vai esta época festiva...quanto a prendas não comprei nada...digamos que comprei duas caixas de chocolates para duas pessoas que a nível profissional são umas "senhoras", nem tudo no funcionalismo publico é mau, 85% do funcionalismo publico é péssimo---15% trabalham que se fartam aqui estão os funcionários da AT, e alguns das restantes entidades. 

Sejam felizes continuem a engordar que nem uns lontras...gordinhos lostrudos. Eu cá fico, junto à lareira com  um bom copo de vinho um bom filme. 

sábado, 6 de dezembro de 2025

E a vida segue...


Voltei às corridas com contenção...a vida tem de seguir...estou a mentalizar-me que se vive só com um rim...a minha nefrologista é uma mulher espetacular...espero que seja ela a seguir-me no publico, no SNS...esta musica é fantástica muito power...adorei... 
a vida essa segue sempre...agora é viver o presente, um dia de cada vez com contenções...

domingo, 23 de novembro de 2025

não há beleza nenhuma nisto de ser forte.

 

o que não me mata não me dá força nenhuma. não me dá medalhas nem lições brilhantes, nem essa luz bonita que as pessoas gostam de fingir que existe no fim das dores. o que não me mata, às vezes mata um bocadinho por dentro; vai-me tirando camada a camada, até eu já não saber se o que visto é pele ou apenas remendo. dizem que fico mais forte, mentira. fico é mais cansada, a arrastar medos pelas pernas como quem carrega malas cheias de nada mas tão pesadas que quase não se respira. fico mais insegura, a olhar dez vezes para a mesma porta antes de a abrir; fico mais pequena, não porque queira, mas porque aquilo que me bate rouba espaço dentro de mim. não me tornei muralha, tornei-me ferida, daquelas que não se veem, mas doem quando muda o tempo, quando muda o olhar, quando muda alguém. se há força aqui, é a força de continuar mesmo sem vontade, mesmo sem fé na frase feita que aparece em canecas, quadros, publicações, como se fosse um abraço. não é. é só mais um empurrãozinho para eu ter vergonha de sofrer e fingir que aprendi alguma coisa. o que não me mata não me melhora, obriga-me a costurar o que rasgou, a colar o que partiu, a inventar desculpas para continuar a levantar-me. não saio mais forte. saio viva, e às vezes isso é apenas sobreviver, respirar no mínimo, andar devagar, sentir a vida aos soluços. talvez a verdadeira coragem não seja essa de crescer com a dor, mas a de admitir que ela nos quebra, que nos arranha a alma, que nos esvazia a voz. talvez a força, se existe, esteja só no gesto simples de continuar a tentar, sem poesia, sem heroísmo, sem frase bonita na parede. o que não me mata não me torna mais forte; torna-me mais real, e real, às vezes, é só seguir com o coração torto e a esperança a escorrer pelos dedos.

não há beleza nenhuma nisto de ser forte.

domingo, 16 de novembro de 2025

Dos meus silêncios....

 


Há silêncios que são cheios de palavras, que habitam a mente como casa.

Há silêncios que transbordam lembranças, vontades e memórias que nos marcam!

E enquanto, lá fora, a chuva faz eco e as nuvens se esbarram de forma a perturbar a quietude da noite…

O silêncio vence!

E há silêncios, que de tão calados e adormecidos, fazem tremer a alma...

Há silêncios que não pedem permissão para invadir o teu dia...

E gritam, gritam todas os teus momentos guardados...

sem dar espaço a vírgulas ou pausas!!

Ainda bem que tenho silêncios...

Porque... palavras...

Já não descrevem tudo o que guardo

e tudo o que sinto!!

 

Astérix na Lusitania

 

Já li por mera curiosidade, como os outros veem o tuga. O tuga é o tristês…e pergunto porquê…a meio do livro pergunta o Obelix ao Asterix tens de te fazer de tuga, o obelix pergunta como, simples…tens de por um ar triste e alegre ao mesmo tempo. E depois há o opá isto…o pá aquilo… o bacalhau…e insistentemente o bacalhau…os pasteis de nata. A saudade…que está bem patente…Já li…mera curiosidade.!!!