“Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem
ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do
nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as
mentiras e as verdades não sejam permanentes. Que frieza nenhuma seja capaz de
acanhar o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estivermos doentes, não
percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos
apesares todos, dos pesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente
para não abrir mão de se sentir feliz. Tomara.”
(Ana Jácomo)
Este texto lindo não fui encontrado por mim, foi por o R.A., ao ler estas palavras lembrei-me
do Carlos, está em fase terminal, ontem fui vê-lo, tinha de me despedir dele…um
adeus para sempre… Esta despedida foi difícil, é para sempre. O Carlos era uma
pessoa revoltada, nos instantes finais da vida a revolta é maior…Temos de sofrer
tanto para morrer.!!!